QUEM É O PANGA?

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Fernando Pangaré.
Fortaleza, Ceará, Brazil
No documento, 'Fernando Luciano Barros Xavier'. Filho de José Xavier Neto e Alice Barros Xavier. Casado com Eunice. Três filhos: Eduardo (24), Ivo (17) e Íris (16). ‘Panga’ se define como um camarada constantemente audaz, profundamente confiante, intensamente crédulo, intrinsecamente determinado, intelegivelmente intrépido, atemporalmente forte, usualmente ousado, razoavelmente perspicaz, distintamente pertinaz, ligeiramente sagaz, profundamente tenaz e geralmente tranqüilo. Credita à Mão de Deus os inúmeros milagres vivenciados. Destes, o maior seria ter-se mantido de pé no Ceará, onde, mesmo com pouco apoio, consegue implementar um abusado cronograma de eventos 90% extra-Fortaleza. Corredor desde 1980, em 2005, na República Tcheca, completa 200.000 kms corridos. Argentina (1990, 2005, 2006, 2007, 2008 e 2009), Chile (2008), Colômbia (2009), Egito* (1997), Espanha (2008), Holanda (2006), Israel* (1997), Itália* (1997), Paraguai* (1990), República Tcheca (2005) e Uruguai (2008) são países onde pisou. Atua como professor concursado da Prefeitura de Fortaleza, desde 1994 - da qual recebe apoio desportivo funcional -, e do Governo do Ceará - do qual recebe APOIOZERO -, desde 1995.
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29 ANOS... NA ESTRADA E NA LUTA...

Pangaré nasce, na Tijuca, RJ, no dia 25 de outubro de 1966, FERNANDO LUCIANO BARROS XAVIER, filho do Seu José Xavier Neto, alagoano, e da Dona Alice Barros Xavier, pernambucana.
No atletismo, tem uma história pouco comum: meio atípico e anômalo!

Em 1980, começa, aos 13 anos, sem qualquer estímulo externo, de repente, do nada, a correr...
Alguns dizem que teria sido algo advindo das aulas de Educação Física, na Quadra Azul, em Olaria, na qual, eram feitas essas aulas. À época, o responsável pelas aulas de Educação Física era um um professor sedentário, fumante e que apenas se limitava a dar ordens a fim de que os alunos, sob o sol do meio-dia, ficassem correndo, dando voltas no quarteirão. Que exemplo, hein?
E, em 1980 - já com espírito de liderança! -, organiza uma equipe de cinco pessoas: ele, Marinho, China, Carlos Alberto e Alexandre Bebê (este último, falecido tempranamente).
Assim, lança-se no desafio dos 1500 metros rasos, em Deodoro, na Vila Militar, no RJ. Não consegue êxito! Não completa a prova...
Porém, não desiste; persiste e vai em frente...
Em 1981, entra pela primeira vez no campus da UFRJ, na Cidade Universitária, na Ilha do Fundão. Passa a correr - ou, pelo menos, tenta - mais ordinariamente.
Em 1982, começa nas provas de rua, estreando num 10 kms que homenageava o centenário das Igrejas Batista no Brasil. Tenta o futebol de salão, no Colégio Pedro II. Até disputa um torneio inter-classe, sendo campeão e tendo, como professor de Educação Física, o então juiz de futebol em atuação, Arnaldo César Coelho.
Pangaré corre sem qualquer equipamento específico. E com catapora. Isso mesmo! Doença contagiosa.
Em 1983, engaja-se em um projeto de treinamento desportivo da Federação de Atletismo do Rio de Janeiro, que funcionava no Estádio Célio de Barros. Pagava uma pequena mensalidade. Foi seu ano de conclusão do então Segundo Grau.
Em 1984, o seu primeiro tênis de corrida: un Nike Yankee, comprado com o dinheiro de um bico que fazia numa academia, no bairro da Freguesia, na Ilha do Governador.
Em 1985, cumpre seu serviço militar na Marinha do Brasil, onde só permanece por um ano. Tinha interesse em permanecer, todavia, o fato de ter sido reprovado em um teste físico no Centro de Educação Física Adalberto Nunes, bem como, sua aprovação para Pedagogia no disputadíssimo vestibular da UFRJ, o demovem desse intuito. Faz sua estréia em maratona, no Rio, no antigo, nostálgico e vespertino percurso que largava no Leme, passava pela Urca, Aterro, Botafogo, Perimetral, Copacabana, Ipanema, Leblon e chegava no mesmo Leme! Tempo bom... Seu tempo na estréia também foi muito bom: 3'33"34.
Em 1986, uma grande mudança em sua vida e carreira desportiva.
Entra para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sendo recebido, pelo Professor César Gomes do Couto, na equipe de corrida rústica da instituição.
Passa a treinar duas vezes por dia e, logo, apresenta um desenvolvimento excepcional!
Já em 1986 -todavia, sem ainda uma resposta dos treinos do Professor César Couto), em Santos/SP, baixa, pela primeira vez, de 3 hs na maratona! 2'58''15 foi o seu tempo.
Em 1987, marca o seu melhor tempo em maratona: 2'42''06 também em Santos (SP). Com total apoio da UFRJ, inicia um período de quatro (4) anos de competições no Espírito Santo. Daí até 1991, a UFRJ JAMAIS LHE NEGARÁ ALGUM PLEITO.
Em 1988, nenhuma maratona sequer! Ano em que chegou a correr, em algumas semanas, perto de 240 kms!!!
Em 1989, seu primeiro e único abandono em corrida de rua: Maratona de Dourados/MS. Quebra no km 33.
Em 1991 - ano em que, em junho, faz 2'54 na Maratona do Rio -, ao participar do Encontro Nacional dos Estudantes de Pedagogia, em Fortaleza, numa quinta-feira em que, junto a um ex-colega de turma, então docente da UNIR, decide deixar os compromissos e ir à praia, conhece, na Prainha - Aquiraz, essa que hoje é sua esposa e, ao voltar ao Rio, decide se mandar para o Ceará.
A partir de então, sua carreira sofre uma guinada radical!
Faltam-lhe apoio e patrocínio...
Mas não lhe falta a vontade e o desejo de permanecer de pé, correndo... Entre 1991 e 2001, vive uma hibernação competitiva em relação à maratona (e, entre 1996 e 2001, nada corre; nada mesmo).
Em 1992, só faz duas (2) competições.
Em 1993, suas duas primeiras vitórias - ambas fora da capital - em corridas de rua cearenses: Maracanaú: 6 kms; Campos Sales: 10 kms.
Em 1994, inicia o trabalho visando a sua inclusão no Guinnes Book. Corre 10.000 kms subdivididos em setecentos e trinta (730) etapas. Ganha sua terceira competição no Ceará, em Acaraú: 9kms.
Em 1995, logo em janeiro, finaliza a primeira etapa do trabalho visando sua inclusão no Guinness Book: os citados 10.000 kms. É alvo de reportagens no Jornal Nacional e Globo Esporte. O apelido 'pangaré', a partir de então, começa a pegar.
Em 1996, também em janeiro - devido a um problema mecânico, nas cercanias da Praça Mauá, no monza hatch de seu primo (no qual estava, a caminho do Leme, eventual local da gravação da matéria) -, desperdiça, involuntariamente, uma chance única: inserção no Esporte Espetacular. Foram mais 13.000 kms nesse segundo anuênio (1995/1996). Inicia um jejum de cinco (5) anos sem participação em nenhum tipo de prova de pedestrianismo.
Em 1997, apenas treina. Em fevereiro, chega ao fim o trabalho que intentou pô-lo no Guinness. Mais 13.000 kms percorridos. Viajou para Itália, Egito e Israel, onde, no "DESAFIO DO SÉCULO", desfecharia o triênio de luta e labuta. A largada seria em Netanya, no Mar Mediterrâneo. A chegada, em Jerusalém. Aluga um fiat uno - que funcionaria como carro de apoio - com um colega de viagem, de Brasília, e compra comida e bebida. O tal colega some. Pangaré se perde em meio a estrada. Desiste, em Televiv - e sem nenhum centavo! -, dos 94 kms que separariam Netanya de Jerusalém.
Em 1998, apenas treina.
Em 1999, apenas treina. E 'tenta ser' - sua praia era, e sempre foi, outra - diretor de escola. Durante dezesseis (16) meses, fica a frente da Escola Maria Menezes de Serpa, no Distrito da Prainha, em Aquiraz, aquela onde conheceu sua esposa.
Em 2000, apenas treina.
Em 2001, depois da tal década de hibernação, ele retorna à 'sua prova', fazendo 3'46 na Maratona de São Paulo 3'46. A partir de então, sua carreira REENGRENA - pode-se assim dizer.
Em 2002, corre mais quatro maratonas e algumas provas menores, iniciando o desafio da ultramaratona: encara os '50 kms' de Rio Grande (RS) - 4'26 - e as '24 horas' de Salvador (BA) - 149 kms - sétimo geral.
A partir daí, a ultramaratona fica sendo o mote da sua vida...
Em 2003, corre nove (9) provas e, como terceiro colocado geral, ganha um tênis, em Mesquita, Rio de Janeiro, nas '24 Hs do Rio', atingindo 151 kms. Tênis esse nunca recebido. Em Goiânia (GO), com 144,54 kms, obtem o quarto lugar geral.
Em 2004, corre doze (12) provas. Eis o ano em que o ultramaratonista mais corre dentro do Ceará: sete (7) inserções! Com 157,3 kms, em dezembro, na capital bahiana, bate seu recorde pessoal nas '24 horas. Ganha R$ 200,00 como primeiro colocado na categoria 30/39 anos. Dinheiro esse nunca pago.
Em 2005, apenas sete (7) corridas foram feitas. Faz sua estréia em provas internacionais, correndo a sua primeira - e única, até agora - prova de '48 horas', na República Tcheca, em Brno. Com 136,562 kms, é o quadragésimo colocado! Registre-se, a fim de justificar tão diminuta performance, uma infecção respiratória pesada, devido ao frio, tendo em vista um descuido seu na véspera da competição, a saber: com seu amigo Jiri Hofman, no carro deste e a pedido do próprio Pangaré, um passeio pelas geladas montanhas tchecas. Posteriormente, em Curitiba (PR), obtem seu pior resultado em uma prova de '24 horas' no Brasil: décimo quinto geral.
E, fazendo a sua sétima prova de '24 horas' debuta na Argentina, em Puerto Madryn, com 143,127 kms. Décimo-terceiro lugar.
Em 2006, Holanda, Stein, e Argentina, Puerto Madryn de novo - duas provas de '24 horas', com 133,869 kms e 134,094 kms, quadragésimo-quinto e décimo-oitavo lugares, respectivamente. Um ano de somente sete (7) eventos.
Em 2007, patrocínio em baixa. Ainda assim, dezesseis (16) competições foram feitas: uma média de uma corrida a cada dezesseis (16) dias. Nada de Europa. Argentina sim; e duas (2) vezes: duas provas de '24 horas': Venado Tuerto (140,07 kms e um décimo lugar geral, em meio a um frio de quatro graus na madrugada e roupa de frio emprestada) e San Pedro, onde, com 161,482 kms, melhora sua marca, obtendo um sexto lugar geral e um primeiro, dentre os seis (6) brasileiros na prova.
Em 2008, mais dezesseis (16) competições: uma média de uma corrida a cada dezenove (19) dias. O carnaval de 2008 traz uma inserção diferente. Na Cordilheira dos Andes, consegue um oitavo lugar, marcando 12'10'08, numa prova de 92 kms, metade subindo e metade descendo (largada em Santiago - subida ao Valle Nevado - chegada em Santiago).
Em 2009, mais doze (12) eventos. Infelizmente, nenhuma maratona! Eis uma atipicidade concomitantemente triste e revoltante: é o primeiro ano, desde 2001, em que não corre nenhuma vez os 42.195 ms.
As maratonas são mantidas e hão de permanecer de pé. Formam um especial capitulo à parte. Catorze provas no período 2002/2009 - todavia, sem qualquer foco de resultado (quem corria com frequência essa prova abaixo de 3 hs, hoje, ao fazer 3'12''58 - Punta del Este, setembro/2008 - sente-se alvo de um milagre).
Igualmente, também são mantidas - e até ganham força - as meia maratonas, complementando esse capítulo à parte, uma vez que - mesmo totalmente fora da sua especificidade, na atualidade -foram elas corridas vinte vezes nos tais sete anos.
Por outro lado, provas menores, a título de treinabilidade, uma vez permanecendo o apoio da Expresso Guanabara, também continuarão mantidas.

PANGA's SEND!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

PICT1079


PICT1079, upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Rio, I love you!

Limoeiro do Norte 2007.


Limoeiro do Norte 2007., upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Caraca! Ganhei 50 reais em Limoeiro do Norte/CE em 2007!

Meia Maratona de Recife 2008


Meia Maratona de Recife 2008, upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Recife 2008: 25 minutos de atraso! Fiz 1'58 e tal, por isso!

Meia Maratona Recife Olinda 2007


Meia Maratona Recife Olinda 2007, upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Lembrando da minha primeira meia maratona em Recife (1'33), com o apoio imprescindível da Expresso Guanabara: 2007.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Arraial do Cabo - 56 kms.

Vem chegando uma sequência de ultramaratonas nacionais.
Rio de Janeiro. Arraial do Cabo. Abril. 56 kms. A coisa promete...
A coisa vai se expandindo e tomando corpo.
Ultramaratonistas, coloquemos nossas mãos nos bolsos, que os preços das recém-chegadas 'crianças' são ácidos. Todos rezando na cartilha da CORPORE: U$ 135 para se hacer presente en una ultramaratón.
Nossa classe deveria considerar pagar caro para estar em uma ultramaratona algo tão grave quanto, por exemplo, o abandono de um incapaz, já que, se, por um lado, o incapaz não possui mecanismo de defesa, por outro, os amantes da longa distância não têm como fazer uma esquiva (ou paga ou não corre; e zefiní). Contudo, se esse 'caro' se traduz em total disponibilização dos recursos hídricos e calóricos necessários a uma boa prova, sente-se um pouco menos a facãozada.
Quiçá não seja esse o caso de Arraial do Cabo... Leiamos pois seu regulamento:
 * Os atletas deverão ser totalmente auto suficientes durante a realização da competição, existem muitas cidades durante o trajeto, recomendamos que os atletas levem dinheiro.
* O atleta realizará seu próprio controle de necessidade de alimentação e hidratação. Qualquer outro tipo de alimento deverá ser providenciado pelo próprio atleta.
* Não será permitido nenhum tipo de apoio ao atleta enquanto o mesmo estiver no seu trecho de corrida.
Acreditamos, isso posto, que será imprescindível a utilização de uma mochila, partindo-se do pressuposto de que, não obstante o pagamento das 150 pratas - que podem se transformar em 250, a depender da data de inscrição -, a organização da prova não se responsabilizará - quem sabe sob a epígrafe de ser uma prova de percursos inusual - pela reposição líquida e calórica da rapaziada corredora. 
Nada disso - que se diga - impede que recebamos contentes mais uma opção de ultramaratona no País.
Nota: Levantamentos iniciais dão conta de que, para o ultramaratonista Fernando Pangaré  se fazer presente no evento - por baixo, para começo de conversa -, deverá dispor de um conto, um barão, milzinho.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Correr quase 5.000 kms na Europa?

A galera chama ultramaratonista que corre 24 horas de maluco.
Imagina você o que é rodar a Europa correndo! 4487 kms em 64 dias!
No ano passado, 68 ultramaratonistas mais que especiais de 12 países (ninguém da América do Sul) - 57 homens; 11 mulheres - decolaram em 19 de abril e aterrisaram em 21 de junho. 
Algumas fotos abaixo para ilustrar o texto.
Alguém se habilita? Alguém encara? Eheh.
Quase esqueço. O nome da prova? 
TRANSEUROPE. Organizada por alemães.

Largada da Transeurope. 
Primeira etapa, Bari/Barletta, na Itália:
57 kms.

Idade não é problema. Essa é a décima etapa do evento,
com 69,6 kms, ainda na Itália:
Bellaria/Lugo.
Até aqui, já se foram 653,8 kms.
 
Vigésima etapa: 64,9 kms.
Alemanha.
Largada: Seeg
Chegada: Pfaffenhausen
Mais de um quarto de prova até aqui:1325,3 kms. 
 
 
Trigésima etapa: 76,9 kms.
Ainda na Alemanha:
De Rec para Bienenbüttel
Parece que pintou um solzinho. Será?
2062,3 kms já foram superados

Bom, galera:
O resto eu mando depois, ok?
Quem tiver curiosidade - e quem não a terá?! -, acessa o site da prova:
http://www.transeuropalauf.de



 

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Puerto Madryn 2006.


Puerto Madryn 2006., upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Em 2006, corri minha segunda prova na Argentina. Senti menos frio que na primeira vez, no ano anterior.

BRONZE MEDAL 100 KMS!


BRONZE MEDAL 100 KMS!, upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Lembrança da Colômbia - junho de 2009.

Martin Parnell vai correr 250 maratonas em um ano!

Martin Parnell pode ser considerado o Homem-Maratona!
Ele vive em Cochrane, AB, no Canadá.
Ele se propôs efetivar 250 maratonas em um ano!
Algo como rodar 42 kms a cada 1,4 dia!
É difícil até pensar, imaginar.
Presto aqui a ele a minha humilde homenagem.


 
 Astronauta? Nada disso!
Pronto para encarar 
mais uma maratona com -25C!
Sem esse equipamento, 
o cara pode não ter fôlego!

 
''O homem da maratona está chegando''. 
É o recado que algum aluno colocou no quadro-negro.
Do lado direito, lê-se: ''direito de brincar''.
É...
Mas o cara lá não tá brincando não!
Tá é mandando ver geral! 
E fazendo bonito!

 
 Olha a parafernália que o cara 
tem que usar para vencer o frio!

 
Como sempre, sempre há pangarés no caminho!
Pangaré que resistem à neve, 
ao contrário do 'pangaré' aqui.

 
Nessa foto, Martin Parnell estava de saída 
para sua maratona de número 17. 
8:30 da manhã. Temperatura: -16C.

Por ora, é só.
Depois, publico mais alguma coisa sobre ele, inclusive, os tempos das maratonas que já completou.
Posso adiantar que ele tem corrido, em média, cada maratona para seis horas.
Forte abraço, Martin!

Corredor baiano dispensa contraprova e é suspenso por doping

Corredor baiano dispensa contraprova e é suspenso por doping

Do UOL Esporte
Em São Paulo

O corredor baiano Ailton São Pedro foi suspenso preventivamente pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) por ter sido flagrado no exame antidoping com a substância proibida Fentermina, um inibidor de apetite.
O laboratório credenciado pela Agência Mundial Antidoping no Rio de Janeiro identificou o doping na amostra “A” de sua urina, e o corredor desistiu da análise da contraprova. Assim, foi suspenso preventivamente pela confederação e agora espera julgamento do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
O exame de Ailton foi feito na amostra coletada no dia 22 de novembro de 2009, durante a corrida 15ª Corpore São Paulo Classic, em São Paulo. O baiano terminou a prova na 20ª colocação na prova de 10 quilômetros.
Ele foi informado do resultado do exame da amostra “A” no dia 21 de dezembro e apresentou suas explicações no último dia 18 e declinou da análise da contraprova. Mas as justificativas não foram aceitas pela confederação, que, na quarta-feira, emitiu uma Portaria suspendendo Ailton a partir do dia 27 de janeiro.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Miscellaneous.


Miscellaneous, upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Geléia geral...

A MELHOR FOTO.


A MELHOR FOTO., upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Com 200 reais, fiquei sete dias na Argentina, fui décimo geral e, na volta ao Brasil, ainda obtive o patrocínio da Fundação Beto Studart, que, no final de 2008, infelizmente, me dispensou.

FERNANDO PANGARÉ IN ARACAJU CITY: RACE 25 KMS.

Corri em Aracaju em 2002, 2003 e 2008.
Espero voltar em 2010.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Dançando em my home.


Dançando em my home., upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Dançando, para descontrair: 2008, logo que cheguei da Maratona de Punta del Leste, onde meti 3'12''58.

Sítio do Onofre.


Onofre, upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Lembranças do 'Sítio do Onofre'... 2006.

Sugar Loaf.


Sugar Loaf., upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

A gente sai dela. Mas ela não sai da gente.
Cidade do Rio de Janeiro.
1966/1991.

Fernando Pangaré - Aeroporto de Guarulhos-SP. Voltando... ULTRA24HS de Venado Tuerto. OUT/2008.

Segunda ULTRA24HS em Venado Tuerto. Na primeira, fui décimo geral. E, nessa aí, décimo-primeiro.
Obrigado, Pai das Luzes!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Fernando Pangaré sobre o muro - Acaraú-CE - dezembro 2008

Em Acaraú, rola cada fora 'responsa'!!!

Workout 13 jan 2010.


Workout 13 jan 2010., upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Puro suor!!!

04/01/2010 - 30 years of road.


04/01/2010 - 30 years of road., upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Ah, moleque!!!

Antes da largada. Ultramaratón 24 hs San Pedro

Relembrando minha primeira estada em San Pedro. Bati meu recorde: 161.482 metros.
Obrigado, SENHOR!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

ACARAÚ CITY (Piranhas's Dam).


ACARAÚ CITY (Piranhas's Dam)., upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

Acaráu. Para correr, não tem melhor...

RIO MARATHON 1986.


RIO MARATHON 1986., upload feito originalmente por Fernando Pangaré.

3'06'25 na minha terceira maratona. E com o dedão do pé sangrando. Tênis Topper nunca foi muito confiável. Eu tinha pouca grana.
Saudades...

sábado, 16 de janeiro de 2010

Édson Arantes do Nascimento - PELÉ.

1284 gols em 1375 partidas. Algo mais a ser dito?

Édson Arantes do Nascimento - PELÉ.

O maior jogador de futebol do mundo.
Os argentinos, dos quais, sou muito amigo, que me perdoem, mas nem se o Maradona cheirasse dez carreiras calibradas da 'pura', poderia alcançar o Édson!